EVANGELHO : Procuravam matar Jesus Mc 14,1-15, 22-26
Faltavam
dois dias para a Festa da Páscoa e a Festa dos Pães sem Fermento. Os
chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei procuravam um jeito de prender
Jesus em segredo e matá-lo. Eles diziam:- Não vamos fazer isso durante a
festa, para não haver uma revolta no meio do povo. Jesus estava no
povoado de Betânia, sentado à mesa na casa de Simão, o Leproso. Então
uma mulher chegou com um frasco feito de alabastro, cheio de perfume de
nardo puro, muito caro. Ela quebrou o gargalo do frasco e derramou o
perfume na cabeça de Jesus. Alguns que estavam ali ficaram zangados e
disseram uns aos outros: - Que desperdício! Esse perfume poderia ter
sido vendido por mais de trezentas moedas de prata, que poderiam ser
dadas aos pobres. Eles criticavam a mulher com dureza, mas Jesus disse: -
Deixem esta mulher em paz! Por que é que vocês a estão aborrecendo? Ela
fez para mim uma coisa muito boa. Pois os pobres estarão sempre com
vocês, e, em qualquer ocasião que vocês quiserem, poderão ajudá-los. Mas
eu não estarei sempre com vocês. Ela fez tudo o que pôde, pois antes da
minha morte veio perfumar o meu corpo para o meu sepultamento. Eu
afirmo a vocês que isto é verdade: em qualquer lugar do mundo onde o
evangelho for anunciado, será contado o que ela fez, e ela será
lembrada. Judas Iscariotes, que era um dos doze discípulos, foi falar
com os chefes dos sacerdotes para combinar como entregaria Jesus a eles.
Quando ouviram o que ele disse, eles ficaram muito contentes e
prometeram dar dinheiro a ele. Assim Judas começou a procurar uma
oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem
Fermento, em que os judeus matavam carneirinhos para comemorarem a
Páscoa, os discípulos perguntaram a Jesus: - Onde é que o senhor quer
que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Quando anoiteceu,
Jesus chegou com os doze discípulos. Enquanto estavam comendo, Jesus
pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e o deu aos
discípulos, dizendo: - Peguem; isto é o meu corpo. Em seguida, pegou o
cálice de vinho e agradeceu a Deus. Depois passou o cálice aos
discípulos, e todos beberam do vinho. Então Jesus disse: - Isto é o meu
sangue, que é derramado em favor de muitos, o sangue que garante a
aliança feita por Deus com o seu povo. Eu afirmo a vocês que isto é
verdade: nunca mais beberei deste vinho até o dia em que beber com vocês
um vinho novo no Reino de Deus.
Façamos também nós o mesmo: ofereçamos para Nosso Senhor aquilo que temos de melhor e mais precioso. O melhor cálice, a mais bela patena, o mais piedoso ostensório, os melhores paramentos, a nossa vida, tudo o que somos e temos. Pois, todo o luxo, majestade e beleza são poucos, perante a tamanha grandeza de Jesus, nosso Mestre e Rei.
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